Arquivos da Tag: CHVRCHES

MS MS: “Hurricane” (CHVRCHES Remix)

MSMR

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A mistura entre Pop, R&B, Synthpop e diversas outras referências eletrônicas garantiram ao casal nova-iorquino MS MR um agradável EP no último ano, Candy Bar Creep Show. Entretanto, é na execução do primeiro registro oficial que a dupla aposta todas as fichas. Previsto para o dia 14 de Maio, Secondhand Rapture traz na presença de novas e velhas composições um sustento para um trabalho de forte apelo comercial. Para ampliar a divulgação do disco, a dupla entregou aos comandos do trio inglês CHVRCHES a pegajosa Hurricane, um dos maiores hits da banda e faixa que ganha uma carga extra de sintetizadores nas mãos dos britânicos. Acima, a capa do ainda inédito registro.

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MS MS – Hurricane (CHVRCHES Remix)

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CHVRCHES: “Now Is Not The Time”

CHVRCHES

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O trio inglês CHVRCHES é um de nossos grupos favoritos em 2013. Depois de desfilar em duas de nossas recentes Mixtapes – Ethereal Pop e Synthetic -, a banda aproveita do lançamento do recente Recover EP para divulgar o mais novo clipe: Now Is Not The Time. Longe do cenário futurístico/pós-apocalíptico do registro visual passado (Recover), o grupo utiliza de cores, luzes e uma pista de patinação como base para alimentar o novo lançamento. Sem grandes efeitos, o clipe mantém na velha proposta “banda tocando”, enquanto um grupo de patinadores trata de garantir um mínimo de novidade ao trabalho dos ingleses.

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CHVRCHES – Now Is Not The Time

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Miojo Indie Mixtape Synthetic & Organic Edition

Miojo Indie Mixtape Synthetic & Organic Edition

Já passeamos pelo clima quente do verão em nossa coletânea especial para a estação, brincamos com o pop etéreo em uma de nossas mixtapes mais baixadas e agora entregamos aos leitores do Miojo Indie não uma, mas duas novas mixtapes: Synthetic e Organic edition. Enquanto a primeira traz boa parte dos principais lançamentos voltados à eletrônica (como The Knife, Rustie e James Blake), a segunda mergulha na calmaria do folk, da psicodelia e do Alt. Country. Se a primeira lida com o exagero, a segunda traz em artistas como Devendra Banhart, Foxygen e Laura Marling um pouco de delicadeza e melancolia. Para ouvir basta clicar no player de cada uma ou baixar clicando na capa do álbum. Continuar lendo

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CHVRCHES: “Recover”

CHVRCHES

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CHVRCHES

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A produção do CHVRCHES ainda é escassa, porém, o pouco material do trio escocês já é mais do que suficiente para apontá-los como uma das maiores (se não a maior) revelações de 2013. Donos do recém-lançado Recover EP, a banda apresenta agora o clipe da faixa que dá título ao novo trabalho, primeiro registro oficial da carreira do iniciante grupo. Apostando em um visual futurístico e livre de qualquer presença de vida, o registro passeia por diferentes cenários tomados pelo cinza, enquanto a movimentação de pequenos cubos se encarrega de apresentar o único foco humano do trabalho: imagens dos membros do próprio CHVRCHES. A canção também faz parte de nossa última mixtape: Ethereal Pop Edition.

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CHVRCHES – Recover

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Disco: “Recover EP”, CHVRCHES

CHVRCHES
Indie/Synthpop/Electronic
https://www.facebook.com/CHVRCHES

 

Por: Cleber Facchi

CHVRCHES

Poucas coisas são tão satisfatórias quanto perceber o trabalho de uma banda que perverte a ingenuidade da música pop com invenção. Ainda que o clima experimental e a sonoridade livre de padrões aproxime o trabalho do trio escocês CHVRCHES de uma temática excêntrica para o gênero, não há como passear pelos poucos instantes de Recover EP (2013, Glassnote) sem entender a obra como um trabalho de nítido acabamento pop radiofônico. Dos vocais mezzo brandos, mezzo pulsantes de Lauren Mayberry aos sintetizadores de acabamentos melódicos (e forte aproximação com a música da década de 1990), cada faixa do pequeno álbum é um salto para a criação de versos tão grudentos (e ricos) quanto qualquer grande exemplar do mesmo meio.

Seguindo os passos de representantes de peso da cena nórdica, o grupo (completo com a presença de Iain Cook e Martin Doherty) trata de encontrar uma linguagem particular para o que Annie e principalmente a sueca Robyn desenvolvem desde o começo da década passada. Uma formatação colorida que praticamente transforma os gracejos de Recover em uma versão colorida daquilo que a dupla The Knife ou mais especificamente o que Karin Dreijer Andersson tem produzido como Fever Ray. Sequências não plásticas de sintetizadores e vocais agridoces capazes de brincar com os altos e baixos de cada composição. Música pop na melhor formatação vendável das melodias, mas livre de exageros ou conceitos tolos.

 

Ainda que com o lançamento da faixa The Mother We Share no último ano a tríade já fosse capaz de apresentar todas as manifestações referenciais que hoje delimitam parte do recente EP, bastam os instantes iniciais de ZVVL para perceber que há muito por trás da mesma massa de inventos que acompanha a ainda iniciante banda. É como se os escoceses tratassem de apresentar James Blake à dança sem jamais se voltar ao exagero. A maior surpresa se esconde ainda em Now Is Not The Time, faixa que concentra Robyn e o trio Haim em um mesmo cenário, isso sem que o trio se distancie da proposta original que marca a faixa de abertura bem como os singles anteriores. Apenas música voltada para as pistas de forma original, como se velhas tendências fossem trabalhadas com foco no presente, na novidade. Continuar lendo

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Miojo Indie Mixtape “Ethereal Pop” Edition

Miojo Indie Mixtape

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Experimentos eletrônicos, R&B, Pop Lo-Fi e uma seleção cuidadosa de faixas que vão do comercial ao excêntrico em um instante. Assim é a Miojo Indie Mixtape Ethereal Pop, condensado com três de nossas melhores mixtapes do último ano – Ethereal, R&B e Small Pop. Separamos 13 faixas de destaque lançadas de Janeiro até agora e que se adequam à temática do trabalho. Na primeira metade, composições mais dançantes e mergulhadas na eletrônica, caso de Recover do CHVRCHES e Grammy do Purity Ring. Para a segunda metade do trabalho, um reforço ambiental que, inclusive, conta com a presença dos brasileiros Sants e Secchin. Ouça, dance, flutue e relaxe.

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#01. Dorgas – Hortência

Dorgas

Desde o lançamento de Loxhanxha em fevereiro de 2011 que a carioca Dorgas tem assumido uma postura cada vez mais experimental e consequentemente inventiva dentro da música brasileira. Passeando pelo Jazz, Art Rock e tantas outras vertentes que pervertem o óbvio, o grupo faz da recém-lançada Hortência o ponto máximo de uma longa transformação que deve resultar no ainda inédito primeiro disco da banda. Com a chegada do recente single temos novamente uma corrupções da própria obra do quarteto. O que antes era ambiental e abstrato, agora se envolve com as mesmas camadas etéreas e matinais que tanto caracterizam a Chillwave ou mesmo os recentes inventos de Ariel Pink.

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#02. Selebrities – Everywhere (Fleetwood Mac Cover)

Selebrities

Originalmente lançada em 1987 como parte do disco Tango in the Night da banda Fleetwood Mac, a apaixonante Everywhere passou por um acabamento cuidadoso nas mãos do ainda desconhecido trio Selebrities. Com uma sonoridade que não abandona as experiências oitentistas, a composição mergulha de forma decidida nos mesmos sintetizadores revigorados e batidas com eco que transformaram Something do Chairlift em um dos melhores álbuns do último ano. Os vocais bem delineados (que ainda contam com a colaboração de Erika Spring e Lissy Trullie) flutuam em uma medida romântica e dançante, algo como os primeiros lançamentos do Chromatics.

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#03. Youth Lagoon – Dropla

Youth Lagoon

Trevor Powers parece viver em um universo mágico conhecido e construído inteiramente por ele. Mergulhado em sintetizadores, melodias que passeiam pelo mundo dos sonhos e letras que dançam em nossos ouvidos, o músico deu formas em 2011 a um dos discos mais encantantadores daquele ano, The Year Of Hibernation, proposta que deve se repetir em breve com o segundo lançamento do Youth Lagoon. Encantadora e contando com uma lírica emocinada, Dropla se espalha em teclados etéreos, tudo isso enquanto os vocais do jovem compositor crescem em um misto de euforia, sutileza e entrega. A melhor composição lançada pelo músico até agora e uma das grandes faixas de 2013.

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#04. CHVRCHES – Recover

CHVRCHES

Ao transformar o pop sintetizado de The Mother We Share em uma das composições mais incríveis do último ano, o grupo britânico CHVRCHES entrou sem grandes esforços na nossa lista de grandes apostas para 2013. Ainda dentro da mesma proposta musical, o trio de Glasgow faz do single Recover mais uma boa prova da atuação convincente da banda. Com base nos mesmos sons oitentistas, vozes reformadas pela eletrônica e uma letra que gruda na primeira ouvida, o novo hit chega para anunciar o primeiro trabalho do grupo, um EP que carrega o mesmo título da canção e tem data de lançamento prevista para o próximo dia 25 de março.

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#05. Purity Ring – Grammy (Soulja Boy Cover)

Purity Ring

Muito embora as batidas que circulam por Shrines já fossem capaz de identificar o fascínio da dupla Purity Ring pelo Hip-Hop, foi só com o lançamento de Belispeak II ao lado do rapper Danny Brown que o casal assumiu de fato o interesse. Por enquanto, nada de novas composições, pelo contrário, um cover inusitado da faixa Grammy, canção de encerramento do álbum The DeAndre Way (2010) do rapper Soulja Boy. Mais do que uma nova versão, a faixa consegue soar ainda melhor do que a versão original, comprovando de vez a capacidade dos canadenses em lidar com um gênero praticamente inexpressivo quando voltamos para os primeiros lançamentos da dupla.

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#06. James Blake – Retrograde

James Blake

James Blake finalmente conseguiu aperfeiçoar o que vem experimentando há mais de três anos. Outrora fascinado pela eletrônica tramada de forma matemática pelos encaixes certeiros do dubstep, o cantor e produtor britânico fez da relação com o R&B/Soul uma possibilidade de transformação para sua obra – assim como para o próprio gênero. Colecionando referências distintas de cada um de seus trabalhos anteriores, Retrograde, como o título já aponta, passa pelo looping hipnótico de CYMK, dança ao som dos teclados crescentes de Love What Happened Here até valorizar cada nuance intimista do que o artista acomodou no lançamento do primeiro disco solo em 2011.

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#07. Secchin – Night Lights (Ft. Maria Luiza Jobim)

Secchin

Se Léo Justi resolveu dar novo acabamento ao Funk, Mahmundi abraçou os sintetizadores e o Sobre A Máquina o que há de mais sombrio no mundo da música, Julio Secchin, ou apenas Secchin tratou de absorver o que há de mais estranho no meio de todo esse cenário. Ora dialogando com o R&B Lo-Fi que se apodera da música estrangeira atual, ora colecionando batidas eletrônicas capazes de dançar pela IDM da década de 1990, o produtor faz de Night Lights uma estreia de percursos inexatos. Acompanhado dos vocais doces de Maria Luiza Jobim, Secchin dá vida a pouco mais de dois minutos de experimentações sintéticas e confessionais capazes de unir Clams Casino e Jessie Ware em um mesmo universo.

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#08. Sants – Alone

Sants

“Assim como o ‘Canal Laranja’ de Frank Ocean funciona como uma válvula de escape para todos os sonhos e melancolias de seu realizador, Sants utiliza do recente Soundies! como um passeio nostálgico por uma infinidade de colagens sonoras e até mesmo visuais. Marcas que acumulam mais de duas décadas de manifestações culturais distintas em um só ponto. “Nickelodeon, Spacejam, Kenan & Kel, Street Fighter, Papa Léguas” são algumas das experiências que flutuam durante a transmissão do canal imaginário comandado pelo produtor, um vislumbre soturno de um jovem adulto que converte partidas de videogame, maratonas de desenhos e experiências banais em música. A mesma incorporação sonora que transformou Steven Ellison e Willian Beavan em alguns dos mais influentes produtores da última década, porém adequadas ao cotidiano jovial de Sants”. (Resenha)

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#09. A/T/O/S – A Taste of Struggle

ATOS

Um encontro entre Jessie Ware, The Weeknd e Portishead parece algo difícil de acontecer, correto? Não se você se acomodar no misterioso trabalho dos ingleses do A/T/O/S – uma sigla para A Taste of Struggle. Brincando com o Trip-Hop e outras referências eletrônicas que marcaram com sensualidade (e dor) a música eletrônica da década de 1990, o projeto acomoda batidas lânguidas, sintetizadores e vozes em um mundo que vai do onírico ao erótico em poucos segundos. Para anunciar o trabalho dos produtores, nada melhor do que uma faixa-título que amarra tudo o que há de mais inventivo dentro da produção musical recente.

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#10. AraabMuzik – Beauty

AraabMuzik

Você não está ouvindo AraabMuzik” anuncia a voz robótica que passeia pelo disco. Dois anos depois de firmar espaço dentro da cena instrumental que toma conta do Hip-Hop atual, a “incerteza” de ouvir um novo álbum do produtor Abraham Orellana é sem dúvidas a garantia de um encontro com as batidas volumosas e o ritmo grandioso que se dissolve com exclusividade no trabalho do artista de Rhode Island. Sem o mesmo compromisso conceitual proposto em Electronic Dream (2011), o produtor norte-americano transforma a mixtape For Professional Use Only em um verdadeiro experimento. Duas dezenas de composições recheadas pela mesma intensidade rítmica de outrora, agora acrescidas de uma dose extra de ineditismo e novidade constante. (Resenha)

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#11. Evenings – Friend (Lover)

Evenings

Imagine um cenário em que Gold Panda, Grimes e as experimentações climáticas do Grouper partilham de uma sonoridade harmoniosa e mágica. Tudo isso reside nos pouco mais de quatro minutos que Nathan Broadus dissolve no mais novo single do Evenings, Friend (Lover). Lançada logo depois do produtor norte-americano ter assinado com o selo Friends of Friends, a faixa anuncia a chegada do primeiro registro oficial do músico, Yore, previsto para o dia 16 de Abril. Metade psicodélica, metade ambiental, a canção brinca com a eletrônica de maneira climática, espalhando uma variedade de referências que tranquilizam e convidam o ouvinte para um passeio pelo etéreo.

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#12. Rachel Zeffira – To Here Knows When’ (My Bloody Valentine)

Rachel Zeffira

Originalmente lançada em 1991 como parte do clássico Loveless, obra-prima do My Bloody Valentine, To Here Knows When’ passou por um tratamento sombrio e delicado nas mãos da cantora e compositora Rachel Zeffira. Se relacionando de forma angelical com a obra de Kate Bush, bem como com o trabalho de artistas recentes a exemplo de Julianna Barwick e Grouper, Zeffira derrama pianos e arranjos controlados de forma sempre suave e livre dos ruídos que outrora marcavam a versão original da música. Consumida pelo teor onírico, a canção antecipa parte do que será encontrado no primeiro registro solo da artista, que entre outras colaborações é uma das metades do Cat Eye’s.

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#13. Julianna Barwick – Pacing

Julianna Barwick

Julianna Barwick talvez seja uma das artistas mais influentes da nova geração de compositoras norte-americanas. Passeando livremente pela magia instrumental do etéreo em uma medida que inevitavelmente tende à suavização das formas musicais, a artista parece dar continuidade ao que acertou em 2011 com o lançamento do abstrato The Magic Place. Sem letras e se apoiando livremente no uso assertivo dos vocais de forma doce e ambiental, Barwick faz de Pacing um preparativo para o que deve vir a aprimorar ainda mais com o lançamento de seu próximo disco – já em fase de produção. Sem fugir da brincadeira com as harmonias que tanto orientam a obra da compositora, a faixa se manifesta em uma sequência atmosférica de pianos e vozes que se acomodam em um mesmo cenário. Um reduto de pura experimentação, mas que ao mesmo tempo conforta o ouvinte.

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CHVRCHES: “Recover”

CHVRCHES

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Ao transformar o pop sintetizado de The Mother We Share em uma das composições mais incríveis do último ano, o grupo britânico CHVRCHES entrou sem grandes esforços na nossa lista de grandes apostas para 2013. Ainda dentro da mesma proposta musical, o trio de Glasgow faz do single Recover mais uma boa prova da atuação convincente da banda. Com base nos mesmos sons oitentistas, vozes reformadas pela eletrônica e uma letra que gruda na primeira ouvida, o novo hit chega para anunciar o primeiro trabalho do grupo, um EP que carrega o mesmo título da canção e tem data de lançamento prevista para o próximo dia 25 de março.

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CHVRCHES – Recover

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Miojo Indie Apresenta: Apostas 2013

Miojo Indie Apostas 2013

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Com o ano beirando o fim, é chegada a hora de anunciar nossas apostas para 2013. A exemplo do texto apresentado ao final do ano passado, selecionamos 20 artistas que você deve prestar atenção no decorrer do próximo ano. Entre nomes já conhecidos internacionalmente e artistas brasileiros, é visível uma maior valorização do R&B, transformações no Hip-Hop e uma necessidade clara de experimentar musicalmente – tanto no pop quanto em outros estilos já favoráveis a isso. Ouça, experimente cada um dos artistas abaixo e fiquem atentos ao que eles vão apresentar pelos próximos meses. Continuar lendo

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CHVRCHES: “The Mother We Share”

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Terra de grandes bandas como Franz Ferdinand, Belle and Sebastian e Mogwai, Glasgow continua apresentando anualmente uma boa soma de novos artistas. Bandas como a recente CHVRCHES, que encontra no synthpop da década de 1980 e nos experimentos etéreos da música contemporânea os elementos necessários para nos entusiasmar. Em The Mother We Share, mais novo single da tríade de artistas que sustentam o projeto temos o que parece ser uma versão mais pop e descompromissada do que Grimes conseguiu produzir dentro do disco Visions ou talvez uma interpretação particular da mesma sonoridade que o Chromatics propôs dentro do climático Kill For Love. Enfim, motivos de sobra para você dançar.

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CHVRCHES – The Mother We Share

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