Arquivos da Tag: Baroness

Daughn Gibson: “The Sound Of Law”

Daughn Gibson

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O cenário em preto e branco de Daughn Gibson aos poucos é acrescido de cor. Desde a estreia com All Hell no último ano, cada nova composição do músico norte-americano aparece coberta por uma nova carga de sons e inventos que vão do tradicional ao eletrônico. Entretanto, nada assume tanta distinção quando The Sound of Law, faixa de abertura do segundo registro em estúdio do músico: Me Moan. Com forte relação com o pós-punk (parte disso está na voz soturna de Gibson), a canção ultrapassa as barreiras do trabalho anterior, rompendo com o Country-Folk-Eletrônico que inicialmente guiava as canções do músico, para algo mais amplo e até recheado por instrumentos reais, como as guitarras de John Baizley (do Baroness). O novo álbum tem estreia marcada para o dia oito de julho e traz como capa a imagem acima.

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Daughn Gibson – The Sound Of Law

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Baroness: “March To The Sea”

Baroness

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Ainda que filmado antes do acidente que interrompeu a turnê e quase tirou a vida dos membros do Baroness no último ano, o vídeo de March To The Sea é uma espécie de recado, anunciando o retorno do grupo aos palcos. Facilmente uma das melhores composições do último ano e de toda a discografia do grupo, a faixa consumida pela melancolia e que trata abertamente sobre a morte conta agora com um vídeo que conseguiu captar parte da atuação do grupo nos palos e nos bastidores antes do fatídico acidente. A canção faz parte de um dos trabalhos mais completos do último ano, Yellow & Green, terceiro (e quarto) álbum da carreira do grupo norte-americano e registro que se posiciona em 16º lugar na nossa lista dos 50 melhores discos internacionais de 2012.

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Baroness: “Take My Bones Away”

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Para o clipe de Take My Bones Away, a banda norte-americana Baroness resolveu se distanciar do universo magistral que permeia o recente álbum da banda – o duplo e excelente Yellow & Green -, para se relacionar diretamente com a crueza de uma apresentação ao vivo. Com direção de Jimmy Hubbard, o vídeo deixa visível toda a força do quarteto, que entrelaça sem exageros acordes diretos com batidas sempre projetadas de forma épica. Um dos momentos mais comerciais da obra, a canção traz imagens do grupo durante uma turnê pelos Estados Unidos, o que nos faz perguntar: quando a banda vem ao Brasil?

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Miojo Indie Mixtape “Rock” Edition

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Depois de passear suavemente pelo mundo dos sonhos em nossa última e adorável mixtape – Ethereal Edition -, chegou a hora de voltarmos com tudo para o chão em nossa coletânea especial para o dia mundial do rock. Diferente da última edição da Miojo Indie Mixtape “Rock” Edition, agora selecionamos apenas composições recentes e faixas lançadas nos últimos meses, deixando alguns clássicos do rock apenas para a seleção passada. Do garage rock do Japandroids, passando pela jovialidade do Cloud Nothings ao Sludge Metal do Baroness, o que não faltam são variações aos amantes do novo e velho rock. Mixtape altamente recomendada para aquele tiozão que insiste em dizer que o bom e velho rock’n'roll “já morreu”.

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#01. King Tuff – Alone & Stoned

O tom descompromissado e o bom humor marcam todo o primeiro disco da banda norte-americana King Tuff. Com guitarras que passeiam pelo garage rock e a cena alternativa que explodiu ao longo dos anos 90, o álbum trouxe uma sucessão de faixas viciantes e que prendem o ouvinte logo na primeira audição. Exemplo mais intenso da boa forma do registro está em Alone & Stoned, música que agrupa guitarras dançantes com uma soma de vozes brandas e versos fáceis que logo encantam o espectador. Sem dúvidas não há nada mais indicado para abrir nossa coletânea.

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#02. Single Parents – Stop Waiting (For Me Now)

O rock alternativo fala mais alto no interior do primeiro disco da Single Parents. Banda paulistana fundada em meados da década passada, o trio alcança no decorrer do primeiro álbum – Unrest – uma sonoridade invejável e que em nada fica devendo quando comparada a outros lançamentos internacionais. Composição que melhor sintetiza todos os acertos do grupo no decorrer do disco, Stop Waiting (For Me Now) traz guitarras temperadas pela crueza e vozes que se agrupam de forma a prender mesmo os mais exigentes ouvidos.

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#03. Japandroids – The House That Heaven Built

Do título aos primeiros acordes, cada instante de Celebration Rock funciona como uma imensa homenagem ao rock em suas formas mais convencionais. Segundo e mais novo álbum da dupla canadense Japandroids, o registro concentra uma série de faixas rápidas, todas marcadas por vocais intensos e guitarras que explodem a todo o instante. Entre as principais músicas que caracterizam o registro The House That Heaven Built é a que mais aposta no uso de versos melódicos e uma instrumentação ascendente, elementos que contribuem para o crescimento da faixa e do próprio registro como um todo.

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#04. Cloud Nothings – Stay Useless

Poucos artistas cresceram tanto em tão pouco tempo quanto o jovem Dylan Baldi. Responsável pelo projeto Cloud Nothings, o músico deu um salto incrível no decorrer do segundo e mais novo disco de sua carreira, o ótimo Attack On Memory. Lançado no começo do ano, o álbum trouxe uma sequência de boas e sempre enérgicas faixas, canções como a acelerada Stay Useless, que bem define toda a urgência que caracteriza o registro, de longe, um dos melhores trabalhos de 2012.

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#05. Yuck – Chew

O primeiro álbum do Yuck trouxe uma proposta bem definida: visitar diversos acertos e características que definiram o rock dos anos 90. Por todos os lados do álbum o que se vê é uma singela homenagem a nomes como Pavement, My Bloody Valentine e Dinosaur Jr, referências que ainda hoje definem e influenciam as composições da banda. Maior prova disso está no último lançamento do grupo, Chew música que traz em poucos minutos todos os mesmos elementos que tanto definiram o trabalho da banda no ano passado.

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#06. Jack White – I’m Shakin’

Um dos grandes acertos de Jack White ao lançar o primeiro disco solo há alguns meses está em reviver uma série de temáticas e preferências que alimentaram os primeiros álbuns à frente do The White Stripes. Exemplo mais forte disso está na crueza de I’m Shakin’, música que traz todo o peso e a vivacidade das guitarras de White, que flutua tanto pelo blues como pelo rock de garagem. Com um riff pegajoso e versos que colam nos ouvidos, a canção é de longe um dos melhores exemplares do bem sucedido Blunderbuss.

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#07. St. Vincent – Krokodil

Annie Erin Clark (St. Vincent) não é um dos maiores nomes do indie rock à toa. Empunhando guitarras sempre firmes e marcadas pela distorção, a norte-americana lançou no último ano o excelente Strange Mercy, um dos projetos mais completos e surpreendentes da recente fase do rock alternativo. Espécie de continuação exata do que fora testado ao longo do disco, o single Krokodil traz a mesma intensidade que tanto definiu a atuação da cantora e compositora, algo que os acordes sujos definem logo nos instantes iniciais da canção.

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#08. The Men – Animal

Há quem insista em dizer que o “bom e velho rock’n’roll já morreu”. Quem assume essa posição provavelmente não deve ter ouvido Open Your Heart, segundo e mais novo álbum da banda nova-iorquina The Men. Fino exemplo do punk rock da presente safra, o registro concentra uma soma generosa de guitarras sujas e batidas que praticamente sufocam o espectador, proposta que acaba por definir todas as canções do álbum. Sempre intenso, o disco contribui para que faixas como Animal possam crescer de forma ruidosa ao longo do trabalho, revelando todo o acerto da banda.

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#09. Eternal Summers – Wonder

Se pouco foi aproveitado do primeiro álbum da dupla Eternal Summers (lançado há dois anos), então com o recente Correct Behavior temos um efeito inverso. Cada mínima fração do registro deixa visível a evolução do casal Nicole Yun e Daniel Cundiff, dupla que mais uma vez nos arrasta para o garage rock praiano que tanto define a atuação da banda. Se a faixa Millions é o carro chefe e música de preparação para quem experimenta pela primeira vez o trabalho, então Wonder é a faixa que de fato mostra a que veio o disco, com o casal acertando tanto na instrumentação como nos versos.

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#10. Sleigh Bells – Born To Die

O rock parece fluir de maneira não convencional nas mãos da dupla nova-iorquina Sleigh Bells. Enquanto uma bateria eletrônica pesadíssima arma o terreno para que a voz doce de Alexis Krauss possa se anunciar, Derek E. Miller destila toda sua agressividade através de acordes densos e sujos de guitarra. Com elementos que vão do Metal ao Noise, o trabalho esquizofrênico da dupla faz nascer faixas como a explosiva Born To Lose, canção que resume toda a atuação do casal no recente disco Reign Of Terror.

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#11. The Walkmen – Heartbreaker

Heaven é um trabalho que se esquiva o tempo todo de músicas mais agressivas ou que remetam aos iniciais e acelerados lançamentos do The Walkmen. Mesmo que a necessidade de promover um som mais brando seja a principal marca do presente registro, não são poucos os momentos em que as guitarras falam mais alto, percepção que se estende durante toda a execução de Heartbreaker, um dos momentos mais “sujos” do novo álbum do quinteto.

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#12. Lotus Plaza – Monoliths

De maneira geral Spooky Action At A Distance, novo álbum do Lotus Plaza, se divide em dois grupos de composições bem específicas. Enquanto algumas canções realçam uma sonoridade mais etérea e voltada ao shoegaze psicodélico, a outra metade valoriza o uso de composições menos leves e naturalmente mais “hostis”. Parte desse segundo grupo de músicas, Monoliths realça com propriedade as guitarras distorcidas de Lockett Pundt, figura que utiliza do recente álbum para tornar pública sua evolução tanto como instrumentista como compositor.

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#13. Baroness – March To The Sea

Facilmente uma das melhores músicas já lançadas em 2012, March To The Sea transparece toda a evolução do grupo Baroness. Composição mais comercial e melódica do recente álbum do quarteto, o duplo Yellow & Green, a canção mistura o peso do Sludge Metal com doses de uma calmaria Folk que inevitavelmente surpreende. Com uma letra amargurada, a canção conduz o ouvinte por um universo de guitarras densas e versos tomados pela melancolia, tendência que bem define as recentes invenções da banda.

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Disco: “Yellow & Green”, Baroness

Baroness
Sludge/Progressive Metal/Post-Rock
http://baronessmusic.com/

Por: Cleber Facchi

A obra do Baroness sempre esteve envolta em conceitos próprios e temáticas instrumentais bem definidas. Desde a chegada do primeiro álbum da banda em setembro de 2007 que a proposta do grupo de Savannah, Georgia sempre foi de oposição ao que até então definia o Heavy Metal em suas inúmeras formas. Por vezes comparados a grupos como Mastodon e Kylesa, a banda chega ao terceiro (e quarto) álbum de posse de uma estrutura musical ainda mais ampla e bem definida. Entregues a uma proposta que por vezes abraça o Baroque Pop inaugurado em findos da década de 1960, absorvendo o que há de mais rico nos exageros do rock progressivo dos anos 70 até se encontrar com o Sludge Metal do novo século, a banda transforma o duplo Yellow & Green em um registro que sintetiza todos os inventos e até novos artifícios do grupo.

Concebido como uma obra única de dois atos, mesmo definido como um registro de caráter fechado, cada metade do trabalho passeia por universos distintos e bem definidos. A começar por Yellow, temos uma exata continuação de tudo que a banda promoveu com os dois registros anteriores – Red Album (2007) e Blue Album (2009) -, incorporando guitarras naturalmente pesadas, vozes fortes e batidas que muito os classificam como um grupo de Sludge Metal tradicional. A diferença está na maneira como o ritmo ascendente e os versos que por vezes beiram o pop garantem novo significado ao trabalho do grupo. Dos versos lamuriosos que definem a delicada March to the Sea ao desespero que caracteriza Eula, cada fração do registro aproxima a banda de um resultado pouco convencional dentro do gênero.

Seja pelos acordes detalhados que se derramam ao longo do trabalho (e ainda duram até o seguinte disco), ou pela forma acessível como os versos se aglomeram no miolo das faixas, nada faz lembrar os anteriores ou mesmo outros lançamentos do mesmo estilo. Em alguns momentos o álbum soa como se o Fleet Foxes do álbum Helplessness Blues acrescentasse uma dose extra de guitarras, ou talvez se o Mastodon do disco Blood Mountain se entregasse à calmaria e dialogasse com o Radiohead da fase OK Computer. Ao mesmo tempo em que a proposta deve afastar seguidores do grupo que esperam por um trabalho mais “convencional”, a produção primorosa e o toque melódico que se espalha pelo disco deve apresentar o grupo a um novo segmento de ouvintes. Yellow, assim como o registro irmão, é um trabalho distinto mesmo dentro da inventiva discografia do grupo.

Se o primeiro disco simboliza a leveza e os momentos mais acessíveis de toda a recente história da banda, então Green aponta para um resultado de oposição e experimento. Parcela mais complexa de toda a trajetória do quarteto, o registro concentra nas nove faixas que o definem os momentos mais inventivos e de vanguarda dos estadunidenses, que se afastam das preferências ao sludge para incorporar uma série de elementos que vão do rock progressivo em formas mais convencionais, até cruzamentos eletrônicos que em uma primeira audição causam apenas estranhamento. Enquanto o primeiro álbum é um disco “mais Baroness”, o segundo torna visível a influência do produtor John Congleton (Modest Mouse, Okkervil River), que encaminha a banda para uma proposta menos óbvia. Da suavidade sintética que absorve Collapse à calmaria folk que se estende ao longo da adorável Stretchmarker, cada espaço do segundo disco incorpora uma série de artifícios talvez impensados quando voltamos novamente os ouvidos para o primeiro álbum da banda lançado há meia década. Continuar lendo

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Baroness: “Eula”

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As expectativas só aumentam em relação ao novo álbum da banda norte-americana Baroness. Depois do lançamento da melancólica (e maravilhosa) March To The Sea e da também intensa Take My Bones Away, o grupo mostra que uma das grandes características do inédito Yellow & Green é o investimento em novas sonoridades, algo que o “baroque-pop-metal” de Eula torna evidente em poucos instantes. Cercada por uma ambientação sutil, a música de quase sete minutos deixa visível toda a evolução do quarteto, que conduzidos pela melancolia faz nascer mais uma ótima canção. O novo disco (que será duplo) sai oficialmente no dia 20 de julho.

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Baroness – Eula

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Baroness: “March to the Sea”

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Um dos registros que mais esperamos ver lançado no próximo mês é Yellow & Green, terceiro (e quarto?) álbum da banda norte-americana Baroness. Planejado como um registro duplo, o trabalho deve manter a mesma força dos anteriores lançamentos do quarteto, um dos mais inventivos da atual safra de representantes do Sludge Metal. Depois da excelente e melódica Take My Bones Away, apresentada em meados do mês passado, o grupo volta com uma faixa ainda mais surpreendente. Com versos marcantes e uma sonoridade primorosa, March To The Sea anuncia que teremos mais um grande disco por vir.

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Baroness – March to the Sea

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Baroness: “Take My Bones Away”

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Uma das maiores representantes do Slude Metal, a banda norte-americana Baroness prepara para o dia 17 de julho o lançamento do aguardado Yellow & Green, registro que deve repetir o mesmo sucesso dos antecessores Red e Blue Record, primeiros e elogiadíssimos álbuns do grupo. O álbum, que será duplo, terá 18 faixas e já teve o primeiro single lançado. É a faixa Take My Bones Away, uma das composições mais comerciais apresentadas pelo grupo até agora, mas que ainda assim consegue transmitir todo o peso e o poderio do quarteto vindo de Savannah, Georgia. Assim como nas anteriores capas dos discos, teremos mais uma bela ilustração (imagem acima) assinada pelo também vocalista da banda, John Baizley.

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Baroness – Take My Bones Away

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