Arquivos da Tag: Baauer

AlunaGeorge: “Attracting Flies” (Baauer Remix)

Baauer

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Uma das melhores composições já lançadas pela dupla AlunaGeorge até agora, Attracting Flies ganhou um acabamento caprichado nas mãos do cada vez mais conhecido Baauer – sim, o “pai” de Harlem Shake. Sem fugir da proposta original da composição, o produtor derrama uma carga extra de suingue, gritinhos e batidas crescentes, separando a dupla britânica do clima quase minimalista que acompanhava as batidas matemáticas da faixa. Brincando com a temática dos “contos de fadas para adultos”, expressa nos versos da faixa, a canção foi recentemente lançada em clipe. Assim como alguns dos hits que o casal vem promovendo desde o último ano, Attracting Flies estará no primeiro registro de estúdio da dupla, Body Music, previsto para o começo de julho.

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AlunaGeorge – Attracting Flies (Baauer Remix)

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Disco: “Soundies!”, Sants

Sants
Brazilian/Hip-Hop/Electronic
http://sants.bandcamp.com/

Por: Cleber Facchi
Fotos: Michel Salviano

Sants

A viralização de Harlem Shake do produtor  Baauer talvez seja o caminho mais fácil para apresentar ao grande público a nova safra de artistas relacionados ao Hip-Hop/Eletrônica estadunidense. Se por um lado a composição e a série de vídeos parece minimizar a proposta da faixa em um plano totalmente nonsense, por outro lado a canção serve de abertura para indicar o que TNGHT, AraabMuzik, Clams Casino, S-Type e tantos outros produtores vêm desenvolvendo. Mais do que isso, a ampla absorção da faixa de batidas volumosas talvez sirva para reforçar o recente fascínio do público pelo rap nacional e outros artistas imersos no mesmo cenário. Caso do paulistano Diego Santos, o Sants, que sem fugir de uma sonoridade própria, estreita os laços entre o que é produzido aqui e lá fora.

Assim como o “Canal Laranja” de Frank Ocean funciona como uma válvula de escape para todos os sonhos e melancolias de seu realizador, Sants utiliza do recente Soundies! (2013, Independente) como um passeio nostálgico por uma infinidade de colagens sonoras e até mesmo visuais. Marcas que acumulam mais de duas décadas de manifestações culturais distintas em um só ponto. “Nickelodeon, Spacejam, Kenan & Kel, Street Fighter, Papa Léguas” são algumas das experiências que flutuam durante a transmissão do canal imaginário comandado pelo produtor, um vislumbre soturno de um jovem adulto que converte partidas de videogame, maratonas de desenhos e experiências banais em música. A mesma incorporação sonora que transformou Steven Ellison (Flying Lotus) e Willian Beavan (Burial) em alguns dos mais influentes produtores da última década, porém adequadas ao cotidiano jovial de Sants.

Por falar no trabalho de Beavan, e mais especificamente na obra-prima do UK Garage, Untrue (2007), Santos parece se divertir com várias referências trabalhadas ao longo da obra. Contudo, enquanto o produtor inglês se concentra em acumular camadas de sons de forma diminuta, com um acabamento quase sempre voltado ao ambiental, Sants estende as mãos para o que marca o Hip-Hop e a eletrônica recentes, incorporando um som que cresce de forma ilimitada. Alone, por exemplo, utiliza dos mesmos samples de One Wish. Composição originalmente assinada pelo rapper Ray J, a faixa é a raíz do verso “Cause, (We couldn’t be alone)”, parte de Archangel, uma das principais composições do Burial e um ponto de aproximação com o trabalho do paulistano.

Sants

A obra do jovem produtor, entretanto, segue além do que parece funcionar como uma soma de referências e memórias nostálgicas, envolvendo aspectos não apenas relacionados com a música. Parte natural da capacidade de Sants em desenvolver um som de realces totalmente próprios está carimbado logo na faixa de abertura do disco, Intro: Retorno. Sem a coleção de samples que se dissolvem no decorrer da obra, a faixa possibilita o crescimento de uma temática de realces autorais, marca bem desenvolvida na execução das batidas em contraste às camadas distintas de ruídos que percorrem o fundo da composição. Algo como um encontro entre a sujeira atmosférica de Clams Casino com a sonoridade exagerada que envolve os trabalhos de AraabMuzik. Continuar lendo

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Azealia Banks: “Harlem Shake”

Azealia Banks
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Todo mundo quer um pouco de Harlem Shake. Além das centenas de vídeos inspirados no viral da música assinada pelo produtor Baauer, quem resolveu aproveitar do fenômeno foi a nova-iorquina Azealia Banks, que não perdeu tempo e montou uma seleção de versos e rimas para derramar sobre as batidas quentes da composição. Sem alterar a forma original da faixa, a rapper dá vida ao mesmo exemplar sexy-dançante de suas outras composições. Originalmente lançada em Maio do ano passado, Harlem Shake se transformou em um novo Gangnam Style graças a avalanche de vídeos que surgiram desde a última semana. Uma experiência nonsense (e bem humorada) que se aproveita dos instantes mais crescentes da música.

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Azealia Banks – Harlem Shake

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Just Blaze & Baauer: “HIGHER”

Baauer

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Uma de nossas maiores apostas para 2013, o produtor nova-iorquino Baauer mostra que não está para brincadeira, ainda mais quando trabalha em parceria com outros produtores. Depois de uma sucessão de pequenas parcerias no último ano, o produtor retorna ao lado do conterrâneo Just Blaze para o que parece ser uma continuação das mesmas explosões que embalaram o álbum de estreia de AraabMuzik, Electronic Dream. Em HIGHER, sirenes, gritos, sintetizadores e principalmente as batidas arrastam o ouvinte para uma sonoridade que explode nos ouvidos, resultado típico de qualquer composição assinada por Baauer. A parceria vem como parte de uma turnê que a dupla iniciou há alguns dias e que passará por boa parte dos Estados Unidos.

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Just Blaze & Baauer – HIGHER

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Miojo Indie Apresenta: Apostas 2013

Miojo Indie Apostas 2013

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Com o ano beirando o fim, é chegada a hora de anunciar nossas apostas para 2013. A exemplo do texto apresentado ao final do ano passado, selecionamos 20 artistas que você deve prestar atenção no decorrer do próximo ano. Entre nomes já conhecidos internacionalmente e artistas brasileiros, é visível uma maior valorização do R&B, transformações no Hip-Hop e uma necessidade clara de experimentar musicalmente – tanto no pop quanto em outros estilos já favoráveis a isso. Ouça, experimente cada um dos artistas abaixo e fiquem atentos ao que eles vão apresentar pelos próximos meses. Continuar lendo

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The Prodigy: “Smack My Bitch Up” (Major Lazer Remix)

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Para celebrar o aniversário de 15 anos do lançamento do clássico The Fat of the Land, terceiro álbum do trio britânico The Prodigy, a banda anuncia para o começo de dezembro a chegada de uma nova versão do disco. Além da nova edição trabalho, o registro vem acompanhado do EP The Added Fat, registro que concentra uma série de remixes inéditos por nomes recentes como Baauer e The Glitch Mob. O destaque maior fica por conta do arroz de festa Diplo e seu projeto, o Major Lazer, que apresenta nada mais e nada menos do que uma versão levemente intensificada de Smack My Bitch Up, maior e mais conhecida música do grupo inglês e faixa que ganhar realces tropicais e até um fundo de Brostep em nova versão. Confira:

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TNGHT: “Higher Ground”

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Hudson Mohawke e Lunice são dois produtores de relativo renome no cenário musical – principalmente o voltado ao hip-hop. Entre remixes para uma série de artistas e produções exclusivas que incluem faixas para Azealia Banks, o duo apresenta agora todo o poderio dessa parceria por meio do TNGHT. Um projeto de música eletrônica que transita entre os beats dançantes de Flying Lotus, o hip-hop eletrônico do AraabMuzik e o dubstep “latino” do Baauer. Prestes a lançar o primeiro EP dessa parceria (que sai no dia 23 próximo), a dupla lança agora a quente Higher Ground, música que entrelaça batidas pulsantes e toda uma soma de acertos que tendem logo à dança.

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TNGHT – Higher Ground

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Baauer: “Harlem Shake”

Harlem Shake

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Já temos uma forte candidata a música eletrônica do ano, e ela atende sob o nome de Harlem Shake. Costurando o mesmo dubstep explosivo de Rustie com o tom mais comercial do Shrilex e ainda um pouco de música latina, a canção distribui batidas e samples assertivos, tudo em uma ordem crescente que explode com uma pegada típica de hip-hop. O responsável por essa maravilha é o nova-iorquino Baauer, que deixa de lado grandes experimentações para se concentrar na produção de uma faixa forte, dançante e pegajosa. Apenas ouça e dance.

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Baauer – Harlem Shake

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