
.
Angel Olsen exerce um estranho efeito em que escuta pela primeira vez suas invenções caseiras e estritamente confessionais. Bastam poucos segundos para que o ouvinte se apaixone pela voz, a sonoridade branda e toda a variedade de elementos que circundam o trabalho da norte-americana. Em Acrobat, mais nova música do ainda inédito Half Way Home, a cantora deixa fluir todo o jogo de experiências que traduzem a ainda curta obra que a acompanha, flutuando em uma nuvem de sons que parecem com um misto de Bon Iver, Laura Marling e Kate Bsuh – principalmente pelos vocais amplos.
.
Angel Olsen – Acrobat
[...] para se interessar pelo trabalho da cantora. Basta uma rápida passagem pela faixa de abertura, Acrobat, para logo perceber do que se trata o trabalho da norte-americana, que passeia de forma brilhante [...]