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#25. Free Energy – Stuck On Nothing
Não há melhor disco que retrate o espírito adolescente em 2010 do que Stuck On Nothing do Free Energy. Um trabalho pop, acessível e acima de tudo: divertido. Ecos dos anos 70 se encontram com riffs de guitarra típicos do Weezer além do visual e elementos hippies do grupo. Bang Pop com sua aura adolescente (e com um dos clipes mais inspirados do ano) serve para animar qualquer situação. O álbum produzido por James Murphy (LCD Soundsystem) é uma coleção de singles pop altamente contagiantes, desleixados, clichês e é bem aí que está o acerto do grupo.
Indie Rock/Alternative/Rock
Ouça: Bang Pop
#24. Surfer Blood – Astro Coast
Em 2010 boa parte das bandas independentes focaram na sonoridade surf music em seus trabalhos. Cada um dos grupos uniu os elementos praieiros com algumas características bem específicas, o Surfer Blood e seus quatro rapazes de West Palm Beach pularam de cabeça nessa onda acompanhados de suas guitarras Lo-Fi e musicalidade garageira. O resultado é Astro Coast, uma espécie de versão suja de algum disco dos Beach Boys. Canções como Swim, Harmonix e Twin Peaks unem com eficácia sonoridade pop sempre acompanhadas do vocal marcante de John Paul Pitts e das guitarras ruidosas do grupo.
Lo-Fi/Surf Rock/Indie
Ouça: Swim
#23. Wavves – King Of The Beach
O californiano Nathan Williams, o homem que comanda o Wavves, sabe que barulho é com ele mesmo. Seus dois discos anteriores são o que há de melhor no noise pop contemporâneo. Com o terceiro lançamento – King Of The Beach – Williams consegue compactar melhor seu som além de deixar de fora os excessos dos discos anteriores. O resultado é um disco mais acelerado, algumas referências surf e os bons e velhos ruídos que o músico é especialista em fabricar. Punk, sujo e ainda assim pop.
Lo-Fi/Noise Pop/Beach Punk
Ouça: King Of The Beach
#22. The Morning Benders – Big Echo
Denominado Big Echo, o segundo disco do grupo é um misto entre a sonoridade surf californiana, o experimentalismo proveniente de Chris Taylor (membro do Grizzly Bear e produtor do álbum) além da condução indie pop da banda. Já de cara somos entregues a Excuses, uma das faixas mais marcantes de 2010, com seus vocais em coro, bateria pontuada, violinos e a bela poesia de Chris Chu. Nas faixas seguintes temos uma sequência da abertura formidável do disco em boas doses de experimentações pop e levada praieira. (Resenha)
Indie Pop/Experimental/Folk
Ouça: All Day Daylight
#21. Titus Andronicus – The Monitor
The Monitor foi feito para ser ouvido no talo. Aumente o volume das suas caixas de som o máximo possível e deixe que elas distorçam. O segundo trabalho do Titus Andronicus é raivoso, repleto de riffs sujos de guitarra e feito para ser gritado. O álbum vem apenas para comprovar a eficácia da banda que em 2008 lançou o também genial The Airing of Grievances. O clima de guerra paira por todo o disco. Seja pela capa com uma foto de soldados norte-americanos durante a Guerra Civil ou pelos vocais em coro e bateria típica de bandas militares. The Monitor é um disco empolgante e que prepara o ouvinte para a luta, seja ela qual for.
Lo-Fi/Indie Rock/Punk
Ouça: No Future Part Three: Escape From No Future






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[...] em 2010. Com um disco tão pegajoso quanto o chiclete esmagado que ilustrava a capa do debut Stuck On Nothing, a banda norte-americana volta para o lançamento de mais um novo disco: Lovesign. Previsto para [...]