Festa Miojo Indie

Miojo Indie

A véspera de feriado na Funhouse será comandada ao som e tempero do Miojo Indie. Cleber Facchi (Miojo Indie) recebe os convidados Thiago Perin (Contigo!), Licke Bones (MdeMulher), Fernando Galassi (MonkeyBuzz) e Nathan Fernandes (Playboy) para tomar conta da festa. A arte lindíssima do cartaz é de Vitor Brito Pereira do CAXAHELL.

Durante toda a noite, clássicos antigos e recentes do Indie rock, eletrônica, Pop e Hip-Hop comandam a música na Funhouse. Abaixo a mixtape de aquecimento para a festa:

 

LISTA DE DESCONTO: http://bit.ly/MiojoIndieFeriado
CONFIRME PRESENÇA NO FACEBOOK: http://on.fb.me/18kVXBw ☚

 

Você vai ouvir: Arctic Monkeys, Chromatics, Icona Pop, Vampire Weekend, Daft Punk, Hot Chip, CHVRCHES, Young Galaxy, The Strokes, Charli XCX, Tame Impala, Friendly Fires, Pixies, Grimes, The XX, Silva, Jessie Ware, Animal Collective, Talking Heads, Radiohead, Dirty Projectors, Björk, The Rapture, Interpol, Kanye West, Deerhunter, Baths, Amy Winehouse, Savages, Yeah Yeah Yeahs, Janelle Monáe, She & Him, !!!, Purity Ring, Toro Y Moi, Crystal Castles, The Killers, The Kinfe, Tyler The Creator, Arcade Fire, Best Coast, Chairlift, Foals, Everything Everything, Frank Ocean, Holy Ghost!, Justin Timberlake, La Roux, Kendrick Lamar, MGMT, Lily Allen, Twin Shadow, Solange, Phoenix, Beyoncé, Passion Pit, Wavves, Chloe Howl, Ducktails, Unknown Mortal Orchestra, Franz Ferdinand, HAIM, Azealia Banks, Japandroids, Queens Of The Stone Age, Two Door Cinema Club, e mais ♩♬♪♩♫

 

:::: LINE UP ::::

Cleber Facchi (Miojo Indie)
Thiago Perin (Contigo!)
Licke Bones (MdeMulher)
Gabriel Picanço (Miojo Indie)
Nathan Fernandes (Playboy)
Fernando Galassi (MonkeyBuzz)

 

:::: QUANTO ::::

Com nome na lista: R$40 consuma ou R$20 de entrada Sem nome na lista: R$60 consuma ou R$30 de entrada Lista de desconto em nosso site: http://bit.ly/MiojoIndieFeriado

 

::: ANIVERSÁRIOS :::

Quer comemorar seu aniversário na Funhouse? Você ganha VIPs, pode girar a nossa roleta e mais! Confira as vantagens no site (http://bit.ly/HVkjYO) ou envie um e-mail para aniversario@funhouse.com.br

E não acaba por aí! Na Funhouse a diversão vai muito além da pista! Você pode concorrer a uma série de prêmios na nossa roleta (http://funhouse.com.br/roleta), e também pode escolher sua própria playlist de músicas na nossa jukebox (http://funhouse.com.br/jukebox).

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Disco: “…Like Clockwork”, Queens Of The Stone Age

Queens Of The Stone Age
Rock/Stoner Rock/Alternative
http://www.likeclockwork.tv/

 

Por: Gustavo Sumares

QOTSA

São poucas as bandas de rock atualmente que mantém viva a tradição das guitarras barulhentas e pesadamente distorcidas, e o Queens Of The Stone Age talvez seja o melhor exemplo disso. Ao longo de toda a carreira do grupo, Josh Homme nunca abriu mão de riffs intensos e volumes altos, honrando seu passado metaleiro com o Kyuss. Ainda assim, os álbuns da banda costumavam incluir uma ou outra canção mais pop, como a Make It With Chu (de Era Vulgaris) e I Never Came (em Lullabies to Paralyze), que destoavam um pouco do resto. Em …Like Clockwork (2013, Matador), sexto disco do grupo, essas tendências pop estão mais diluídas. Nenhuma das canções dá a impressão de ser propositalmente mais acessível e, ainda assim, o disco é o mais imediatamente recomendável da banda.

Isso não significa que Homme e companhia tenham caído de vez no estilo do rádio. Keep Your Eyes Peeled, por exemplo, que abre o disco, já deixa claro que o peso da distorção ainda é essencial no som do conjunto, através de um riff lento tocado numa guitarra afinada bem mais grave que o normal. Mas a maioria das faixas, como a divertida I Sat By The Ocean e Fairweather Friends (que conta com ninguém menos que Sir Elton John no piano), são diretas, objetivas, e têm refrões memoráveis. Ainda assim, são as belas linhas de guitarra que dominam as canções, e a bateria de mão pesada do Dave Grohl ajuda a eliminar qualquer dúvida de que o QOTSA ainda é, antes de mais nada, uma banda de rock.

Essa capacidade que a banda apresenta de unir traços de música pop ao seu estilo pesado já é por si só impressionante. Mas, além disso, o álbum tem também uma enorme amplitude de volumes e andamentos. The Vampyre Of Time And Memory, a terceira faixa, é talvez a mais silenciosa e reflexiva da carreira da banda, uma balada bonita conduzida pelo piano até que, ao final, um belo solo de guitarra a eleva a outro nível. A seguinte, If I Had a Tail, já traz de volta os ritmos bem marcados e as guitarras barulhentas mais características do grupo. Com isso, o disco oferece uma grande diversidade entre as músicas, deixando o ouvinte ansioso pra saber como será a próxima faixa.

 

Como se isso não fosse suficiente, porém, Homme também consegue incluir, em várias das canções surpresas entalhadas pela criatividade. É o caso dos instrumentos de percussão que aparecem ao longo da maravilhosa tijolada na orelha My God Is The Sun, e que ajudam a dar a ela um clima meio western bem adequado ao deserto e ao sol evocados pela letra. É o caso também dos enquadramentos delicados que pontuam as partes mais silenciosas da Kalopsia – e do ruidoso feedback que marca a transição entre as partes, que pega o ouvinte completamente despreparado. A guitarra slide que entra no final de I Appear Missing também se encaixa nessa categoria de surpresas espalhadas pela obra, e torna a faixa ainda mais impressionante: com seis minutos de duração e um ritmo lento e arrastado, a canção consegue se manter interessante mesmo sem mudar sua harmonia, graças ao grande número de condimentos sonoros que a banda inclui. Continuar lendo

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Emicida: “Crisântemo”

Emicida

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Emicida parece ter encontrado um meio termo entre a particularidades das mixtapes Pra quem já mordeu um cachorro por comida (2009) e Emicídio (2010) com a produção cuidadosa de Doozicabraba e a Revolução Silenciosa EP (2011). Uma das composições mais sombrias do rapper desde a estreia, Crisântemo (produzida por Felipe Vassao) abre espaço para o que deve ser finalizado no primeiro registro oficial do paulistano, previsto ainda para 2013. Amarga, a faixa se concentra na história da própria família de Emicida, trazendo nas palavras de Dona Jacira, mãe do rapper, um reflexo sobre a ausência do pai, além de aspectos específicos da comunidade onde cresceu. Agora lançada em clipe, a canção dirigida por Fred Ouro Preto concentra nas imagens em preto e branco uma manifestação visual daquilo que o artista assume nas palavras. “Como pode alguém morrer no mesmo dia que nasceu”.

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Emicida – Crisântemo

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Boards Of Canada: “Reach for the Dead”

Boards Of Canada

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No último ano, quando Geogaddi (2002), grande obra do Boards Of Canada neste século completou uma década de lançamento, a previsão era de que Mike Sandison e Marcus Eoin regressassem com alguma nova composição ou talvez pistas de que algo estava por vir. Não aconteceu. Em compensação, tão logo 2013 teve início, a dupla escocesa não poupou em sinais que serão concluídos no dia cinco de junho, quando Tomorrow’s Harvest, quarto trabalho da dupla for finalmente lançado.

Na ativa desde o final da década de 1980, os dois produtores ajudaram a esculpir uma das obras mais criativas da eletrônica nos anos 1990, Music Has the Right to Children, trabalho que cuidadosamente é deixado de lado (assim como os demais lançamentos da dupla) para a entrega de Reach for the Dead. Primeiro single do ainda inédito trabalho, a canção assume no propósito climático o que deve decidir o tratamento do novo álbum. Saturada por sintetizadores que fariam Washed Out ou Neon Indian vibrarem de comoção, a faixa sustenta quase cinco minutos do minimalismo preciso dos produtores, abrindo espaço para quaisquer que sejam os inventos da dupla no próximo álbum.

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Boards Of Canada – Reach for the Dead

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Disclosure: “When A Fire Starts To Burn”

Disclosure

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Estamos no final de maio e, no que tange os domínios das pistas, já temos um repertório vasto de obras criativas para os mais variados estilos da eletrônica. Com o primeiro registro da carreira anunciado para o dia três de junho, Settle, a dupla Disclosure soube como poucos a forma de ministrar a própria obra em doses, abastecendo o ouvinte desde o começo do ano com recortes do que será encontrado em completude com Settle. Faltando duas semanas para o registro estrear, When A Fire Starts To Burn serve para alimentar ainda mais a expectativa em torno do registro. Carregada de elementos da década de 1990, Garage e até de referências ao que abasteceu os primórdios da House Music, a nova canção traz nos versos sampleados uma premissa para que Guy eHoward Lawrence derramem o composto instrumental que dominam de forma criativa e atenta. E estamos apenas em maio.

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Disclosure – When A Fire Starts To Burn

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Disco: “Access All Arenas” e “A Good Night for Fistfight”, Justice/Los Campesinos!

Justice/Los Campesinos
Ao Vivo/Electronic/Indie
http://www.myspace.com/etjusticepourtous
http://www.loscampesinos.com/

 

Por Allan Assis

Justice

Discos ao vivo costumam receber pouca atenção da mídia especializada, já que geralmente são vistos  como um mero intervalo entre trabalhos de estúdio – local onde são preparadas as ‘verdadeiras’ inovações. Servem então, como uma revisão do que de mais interessante foi apresentado por um artista até o momento, uma espécie de checklist que fecha a etapa de trabalhos anteriores e prepara o terreno para os próximos álbuns de inéditas. Access All Arenas (2013, Ed Banger), segundo registro ao vivo do Justice, muda ligeiramente o propósito dos apanhados de canções gravadas com participação do público. Gaspard Augé e Xavier de Rosnay dominam essa técnica como ninguém, haja visto o impacto causado na audiência de que acompanhou o festival Sonar 2012, em São Paulo, ou teve oportunidade de assistir ao DVD A Cross the Universe (2008), registro da última turnê internacional, mais um curto documentário sobre o duo.

Aos que não puderam fazer parte das centenas de vozes que se juntam aos sintetizadores marcantes do house com inspiração rock  tocado nessas ocasiões, surge agora a chance de verificá-los neste segundo trabalho ao vivo. Composto por 14 faixas, que dão maior vazão a interpretações e experimentações calcadas em (2007), e pontuado por alguns dos maiores hits do não tão bem recebido Audio, Video, Disco (2011). Access é basicamente um longo setlist eletrônico, onde as músicas se emendam transformando faixas em remixes que conversam entre si. Exemplos são Canon, e D.A.N.C.E, hit desacelerado no palco para servir de intervalo de descanso pro corpo, enquanto os pulmões bradam a letra. Aliás, a participação das vozes da audiência representa importante papel no show dos franceses. Os gritos de garotas histéricas espalhadas pelo Arena de Nimes, histórico anfiteatro em Roma – local onde o álbum foi gravado – se fazem sentir por toda a extensão do disco, ajudando a traduzir um pouco da comoção que toma de assalto as apresentações do duo que recebe tratamento de astros do rock.

Brincando com as expectativas de quem os assiste, e mantendo elementos reconhecíveis de seus maiores sucessos, mas adicionando novidades, como o ocorrido com We Are Your Friends, parceria dos franceses com a finada banda inglesa Simian, transformada em apenas uma ideia que derrama o forte refrão através de Civilization, New Lands e Waters of Nazareth. O elemento surpresa e o desapego em transmutar suas canções confere relances de ineditismo em algumas faixas, além de evitar o óbvio das apresentações ao vivo que tem o eletrônico como tema: o velho truque do dj set com efeitos e músicas pré-selecionadas que engessam apresentações sem deixar espaço para o inesperado. Vimos em Audio, Video, Disco que o Justice pode ter perdido um pouco a mão nas dosagens de seu eletrônico com temas rock, mas fica mais do que provado que os franceses sabem muito bem como agradar diante da devota legião de fãs em carne e osso.

Enquanto o Justice passa com facilidade pela prova do live álbum, os britânicos do Los Campesinos! encontram o tom aos percalços. A Good Night for Fistfight (2013, Independente), primeiro disco ao vivo do sexteto, acaba por se mostrar um desfile do encantador apanhado de composições da banda ao longo dos poucos, mas frutíferos, anos de carreira, que deram origem a quatro álbuns e dois EP’s. Deixando um agridoce tom de despedida – já que esta é a última apresentação do grupo ao lado da baixista Ellen Waddell -, o álbum é marcado por derramar as já conhecidas lamúrias de Gareth Campesinos. Em conjunto à rica instrumentação com ares anos 90, que tanto poderia ser inspirada nos versos delicados dos escoceses do Belle and Sebastian, o trabalho segue em orientação dolorosa. Continuar lendo

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Ryan Hemsworth: “Still Awake”

Ryan Hemsworth

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Até o lançamento do primeiro registro oficial, Ryan Hemsworth deve continuar entregando pequenas mostras de sua obra em singles e esporádicos EPs. Depois de passar os últimos meses revelando um catálogo atento de composições tomadas pela leveza dos experimentos, o produtor canadense faz do recém-lançado Still Awake mais um cuidadoso registro. Primeiro EP do artista lançado em 2013 – só ano passado foram dois – o trabalho concentra em sete composições um pouco dos inventos de Hemsworth, que abandona os ruídos ocasionais para brincar com a sutileza das faixas. Trabalho mais melódico e encantador do norte-americano até aqui, a obra faz de Empty Thoughts Over A Shallow Ocean e (。◕‿◕。) (or, I Want To Stare At Your Face Until I Die) algumas das composições mais graciosas já fabricadas pelo músico.

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Ryan Hemsworth – Still Awake

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Quadron: “Better Off” (feat. Kendrick Lamar)

Quadron

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Antes de assumir os comandos do erotismo instrumental e compacto que se derrama pelo Rhye, Robin Hannibal passou boa parte dos últimos anos revelando pequenas experiências em outro projeto, o Quadron. Formado em parceria com a cantora Coco O., a dupla alcança um ápice temporário com a chegada de Better Off, segundo e mais recente single do casal para o ainda inédito Avalanche, álbum previsto para três de junho. Deliciosa, a canção se esparrama em cima de arranjos simples, ecoando os instantes mais comportados do trabalho de Aaliyah e o toque voluptuoso do trabalho de Sade em meados dos anos 1980. Única colaboração do disco, a faixa incorpora na presença de Kendrick Lamar (sempre ele) uma quebra na leveza quase flutuante da música, sendo mais um atrativo aquecimento antes da chegada do disco. Abaixo você também pode ouvir Hey Love, lançada em março deste ano.

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Quadron – Better Off (feat. Kendrick Lamar)

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Quadron – Hey Love

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Charli XCX: “Take My Hand”

Charli XCX

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O propósito caseiro e até Lo-Fi em alguns instantes que circula pelo trabalho de Charli XCX não parece limitado apenas aos sons que a britânica promove. Para o recém-lançado vídeo de Take My Hand, mais novo single da artista, uma nuvem colorida e um visual desgastado parece se relacionar diretamente com o clima da canção. Dirigido por Ryan Andrews, o trabalho foge das excentricidades que naturalmente acompanham o trabalho da cantora, limitando tudo em luzes, cortinas de fumaça e um ambiente escuro típico de balada. Apresentado oficialmente no dia 13 de Abril, True Romance é quase um catálogo daquilo que a britânica vem promovendo desde o começo de carreira, sendo facilmente uma das grandes obras da música pop de 2013.

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Charli XCX – Take My Hand

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Maglore: “Vamos Pra Rua”

Maglore

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Finalmente começou a temporada de lançamentos nacionais. Depois de uma começo de ano morno (como de costume), é chegada a hora de se deliciar com uma avalanche de discos, entre eles Vamos Pra Rua, segundo e mais novo álbum da banda baiana Maglore. Formada em 2009 na cidade de Salvador, o quarteto Teago Oliveira (Voz e Guitarra), Carlos Nery (Baixo), Leo Brandão (Teclado e Guitarra) e Felipe Dieder (Bateria) faz do novo disco uma extensão do que foi acumulado há dois anos, com Veroz (2011), registro de estreia do grupo. São 11 composições inéditas que ainda incluem curiosas parcerias com Carlinhos Brown (Quero Agorá) e Wado (Nunca Mais Vou Trabalhar). O trabalho está disponível gratuitamente para download, basta clicar aqui. Abaixo alguns dos singles já lançados pelo grupo:

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Maglore – Todos Os Amores

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Maglore – Marcha Ré

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